sexta-feira, 30 de abril de 2010
Marchar. Marchar!!!
Estava a olhar para esta fotografia, que em tempos tirei e do nada, veio-me a cabeça o Hino de Portugal, , consequentemente, a situação económica e financeira em que estamos.
Não me deu vontade de pegar em armas, mas a situação necessita que todos nos unamos, principalmente contra, aqueles que nos deixaram e nos vão deixando assim. E que pouco ou nada fazem para a melhorar, só falam! Agora as “grandes” agências financeiras Mundiais, também querem aproveitar para dar uma ajuda (neste caso aos próprios bolsos), tem sido sempre assim, se estás no buraco, chegam para colocar o pé em cima e empurrar.
Só nos resta uma alternativa, Marchar, Marchar… Contra este estado das coisas, vamos começar, cada um com aquilo que é capaz de fazer e depois ficarmos juntos (os Portugueses, quando querem unem-se), para juntos sairmos e taparmos o Buraco e que nos enfiaram.
Vamos a isto, Marchar, Marchar…
quarta-feira, 28 de abril de 2010
"Eu sou!" e não "Eu tenho!"
Um assunto infelizmente, muito em voga, nos últimos tempos em Portugal é a corrupção e o tráfico de influências. Sobre isto, começo por lamentar, que a palavra das pessoas, em quase todo o tipo de ralação, tenha deixado de ter valor, mas de uma forma especial nas relações profissionais e institucionais. Agora tudo, mesmo tudo, tem de ser passado para o papel, de forma a garantir, que, o que acordamos verbalmente é cumprido (e por vezes nem assim), esta é a prova provada que, na maioria das vezes não se age de boa fé e que o lucro (monetário ou não), é o único objectivo, custe o que custar.
Infelizmente, este é um problema que já começa em casa, na educação dos filhos, começasse a incutir nas crianças, que o mais importante é ter. Ter mais e melhor que o outro, mesmo se o ter, na realidade, não faça mais feliz e continua pela vida fora, passa das pequenas para as grandes coisas, chegando ao ponto de: “ Tu não vales pelo que és, mas pelo que tens”.
É a partir da educação das nossas crianças, que devemos iniciar a luta contra, o ter e termais, sem olhar a meios. Todos os que hoje, passam nas televisões, como grandes malfeitores, pessoas de honestidade duvidosa, são pessoas, que começaram por querer ter um pouco mais que o amigo, que o colega, passando a querer para ter poder e isso vicia, não conseguem parar com a sede de poder.
Mas, a mudança é feita por cada um de nós. Vamos dar a devida importância ao que somos, tanto para nós como para os outros, na vez de dar ênfase ao que possuímos.
Se começarmos pelas pequenas coisas, amanhã vamos chegar ás grandes.
Infelizmente, este é um problema que já começa em casa, na educação dos filhos, começasse a incutir nas crianças, que o mais importante é ter. Ter mais e melhor que o outro, mesmo se o ter, na realidade, não faça mais feliz e continua pela vida fora, passa das pequenas para as grandes coisas, chegando ao ponto de: “ Tu não vales pelo que és, mas pelo que tens”.
É a partir da educação das nossas crianças, que devemos iniciar a luta contra, o ter e termais, sem olhar a meios. Todos os que hoje, passam nas televisões, como grandes malfeitores, pessoas de honestidade duvidosa, são pessoas, que começaram por querer ter um pouco mais que o amigo, que o colega, passando a querer para ter poder e isso vicia, não conseguem parar com a sede de poder.
Mas, a mudança é feita por cada um de nós. Vamos dar a devida importância ao que somos, tanto para nós como para os outros, na vez de dar ênfase ao que possuímos.
Se começarmos pelas pequenas coisas, amanhã vamos chegar ás grandes.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Efeito Capital
Dou por mim a pensar, que efeito terá a capital nas pessoas!?
Estes pensamentos surgem-me sobretudo, porque quando olho para a maioria da nossa “classe” politica, a maioria nasceu bem longe de Lisboa e dessa maioria, uma enorme maioria nasceu a norte, muitos no interior. Contudo, quando se mudam para a Capital, pelos mais variadíssimos motivos, parece que esquecem o local onde nasceram e viveram parte das suas vidas. Muitas vezes são os primeiros e dos mais ferozes a ostracizar os locais e as populações dos locais onde nasceram.
Porque será?
Estes pensamentos surgem-me sobretudo, porque quando olho para a maioria da nossa “classe” politica, a maioria nasceu bem longe de Lisboa e dessa maioria, uma enorme maioria nasceu a norte, muitos no interior. Contudo, quando se mudam para a Capital, pelos mais variadíssimos motivos, parece que esquecem o local onde nasceram e viveram parte das suas vidas. Muitas vezes são os primeiros e dos mais ferozes a ostracizar os locais e as populações dos locais onde nasceram.
Porque será?
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A ponte.
Depois a pnte é também a passagem, a passagem de um local para outro, ou pode representar a passagem de um estado para outro, da tristeza para a felicidade, da solidão para a partilha, é a passagem para o futuro.
Adoro passar a ponte.
De volta a travessa
De volta a travessa, depois de uns tempos afastado, em parte por falta de inspiração, possivelmente desleixo ou quem sabe não saber muito bem o que queria fazer com este espaço.
Resolvi voltar a Travessa. Voltarei sempre que quiser dizer o umostrar algo, passarei cá sempre que a vontade chegar e partilharei o que a inspiração e o coração determinarem.
Resolvi voltar a Travessa. Voltarei sempre que quiser dizer o umostrar algo, passarei cá sempre que a vontade chegar e partilharei o que a inspiração e o coração determinarem.
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