Um assunto infelizmente, muito em voga, nos últimos tempos em Portugal é a corrupção e o tráfico de influências. Sobre isto, começo por lamentar, que a palavra das pessoas, em quase todo o tipo de ralação, tenha deixado de ter valor, mas de uma forma especial nas relações profissionais e institucionais. Agora tudo, mesmo tudo, tem de ser passado para o papel, de forma a garantir, que, o que acordamos verbalmente é cumprido (e por vezes nem assim), esta é a prova provada que, na maioria das vezes não se age de boa fé e que o lucro (monetário ou não), é o único objectivo, custe o que custar.
Infelizmente, este é um problema que já começa em casa, na educação dos filhos, começasse a incutir nas crianças, que o mais importante é ter. Ter mais e melhor que o outro, mesmo se o ter, na realidade, não faça mais feliz e continua pela vida fora, passa das pequenas para as grandes coisas, chegando ao ponto de: “ Tu não vales pelo que és, mas pelo que tens”.
É a partir da educação das nossas crianças, que devemos iniciar a luta contra, o ter e termais, sem olhar a meios. Todos os que hoje, passam nas televisões, como grandes malfeitores, pessoas de honestidade duvidosa, são pessoas, que começaram por querer ter um pouco mais que o amigo, que o colega, passando a querer para ter poder e isso vicia, não conseguem parar com a sede de poder.
Mas, a mudança é feita por cada um de nós. Vamos dar a devida importância ao que somos, tanto para nós como para os outros, na vez de dar ênfase ao que possuímos.
Se começarmos pelas pequenas coisas, amanhã vamos chegar ás grandes.
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